O ministro Dias Toffoli, do TSE, determinou uma série de restrições à campanha presidencial de Renan Santos (Missão) após apontar que um perfil do Instagram utilizado pela candidatura não teria sido informado previamente à Justiça Eleitoral.
Pela decisão cautelar, Renan fica impedido de realizar propaganda eleitoral, além de não poder receber recursos do Fundo Eleitoral nem participar de debates enquanto o caso é analisado.
Na internet, a campanha também fica proibida de utilizar contas e endereços que não tenham sido comunicados à Justiça dentro do prazo.
A decisão, porém, não impede Renan de continuar como candidato. O ministro determinou que o candidato e o partido tenham 24 horas para informar quando os perfis começaram a ser utilizados para propaganda e se existem outras contas vinculadas à campanha.
As medidas atingem uma candidatura que já possui pouca estrutura eleitoral, sem tempo relevante de televisão e com recursos limitados do Fundo Eleitoral.
A decisão é cautelar e ainda pode ser revista pela Justiça Eleitoral.





